Por: Cristiana Kehdi Gerab
Resumo: O texto aborda um recorte de caso clínico para trazer questões a respeito da posição do analista enquanto um decifrador ou interpretador, abrindo o impasse transferencial que decorre daí. Traz, a luz do estudo do seminário XI, a função da psicanálise como aquela que não se limita à interpretação, abordando conceitos que dizem respeito ao limite da linguagem, como o Real, o corte, a escansão, a autorização do analista, e o risco da sessão de análise, quando não tomada por essa perspectiva, transformar-se em um lugar de diálogo e expressão de pensamentos.
Palavras-chave: neurose obsessiva; pensamento; transferência; Real; formação do
analista